quinta-feira, 20 de maio de 2010

5000 MIL BOBINAS VERMELHAS!!

Foi feito contato com funcionário do governo argentino que nos garantiu a permissão para o uso " de las cintas de papel coloridas en la cancha de Quilmes" ... partiremos em caravana para o jogo de volta das quartas da copa e independente do resultado do jogo de ida aqui no Beira-Rio, faremos festa na Argentina!!



Quem não sente saudade das grandes festa no beira-rio?
Temos adversários azuis, vermelhos e também fardados que sempre tentam dificultar nossos preparativos pra festa nos jogos. Durante alguns dias tivemos o surto de achar que conseguiriámos a liberação pra utilização das mesmas, pra nossa surpresa além de nem cogitarem a liberação, ainda fomos ameaçados de punição por todo campeonato brasileiro de 2010.

OS VERMELHOS EM BUSCA DE OUTRA COPA ... POLÍCIA PARA QUEM PRECISA DE POLÍCIA !!!

pS.: Não é momento de questionar pq podemos fazer a festa como visitante, no estádio do adversário e na nossa própria casa somos proibidos. A guarda esta solicitando ao clube interferência direta neste assunto.

MAS HOJE VAMOS MOSTRAR A VERDADEIRA TORCIDA DE UM CLUBE GIGANTE!!

VAMO, VAMO INTER!!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Walter comanda a virada


Time misto, virada heroica. Com o grupo principal preservado para a disputa da Taça Libertadores, o Inter sofreu dois gols na primeira etapa, mas voltou para o segundo tempo com a postura renovada e venceu o Goiás, por 3 a 2, no Serra Dourada, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, neste domingo. Com dois gols marcados, Walter, que ainda sofreu o pênalti que originou o terceiro - de Giuliano - foi o comandante da reação colorada.

– Valeu a bronca do professor. Ele nos cobrou, nos xingou, disse que eu e o Taison estávamos errados, pegando o rebote, e graças a Deus deu tudo certo no segundo tempo.

Walter comemorou seus dois gols imitando o gesto imortalizado por Bebeto na Copa do Mundo de 1994, fingindo estar embalando um bebê nos braços. A motivação do colorado foi a mesma do atacante tetracampeão.

– A minha esposa está grávida. Esse gol é para ele. Ou para ela, porque pode ser menino ou menina – disse.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

‘mais colorado ainda’


“Sou colorado e tenho prazer de estar aqui. Meu projeto é jogar e permanecer no Beira-Rio. Eu quero ganhar tudo. Se pudesse estaria em campo amanhã”, disse o jogador.

Nesta sexta-feira, ele vestiu a camisa do Inter, reencontrou o clube que o fez ser campeão da América de 2006 e afirmou que volta ao Beira-Rio ainda mais vermelho.

- Volto mais colorado ainda. Se eu pudesse ser duas vezes colorado, seria. Com todo o respeito aos outros, sou colorado mesmo. Não é para fazer média. Falo isso de coração – afirmou o jogador.

A torcida do Inter leva uma beliscada no coração ao lembrar de Paulo César Tinga. Foi ele quem fez, em 16 de agosto de 2006, o gol do título da Libertadores. Aproveitou cruzamento de Fernandão, desviou de cabeça e saiu correndo, eufórico. Tirou a camisa e acabou expulso. Foi campeão mesmo assim. Mas deixou o Inter dois dias depois, para aproveitar experiência de quatro anos no Borussia Dortmund, da Alemanha. Ele não teve o privilégio de disputar o Mundial de 2006. Agora, o objetivo é preencher essa lacuna.

- Estou torcendo para que o pessoal ganhe a Libertadores para eu ter essa oportunidade. Saí e deixei isso para os outros. Lógico que no dia, até antes, a coisa não tinha entrado muito na cabeça. Tinha ido para um clube fora do normal em termos de qualidade, de torcedor. Quando chegou o dia da final (contra o Barcelona), viajei para cá. Cheguei no dia. Quando desci em São Paulo, estava passando o jogo. Tive que entrar no avião. Fiquei ali dentro pensando: “era para eu estar lá”. O dia do jogo foi bem difícil. Eu gosto de ganhar. Foi uma oportunidade que perdi – disse Tinga.

É incerto quando o jogador poderá estrear pelo Inter. O clube tentará incluí-lo nas semifinais da Libertadores, para que ele possa disputar uma eventual decisão, mas o período de inscrição é anterior a agosto, quando ele poderá ser registrado na CBF – período em que reabre a janela de transferências do exterior. Além disso, o Inter analisa a expulsão dele na final de 2006.

Vitória suada no finalzinho!!


Goleada de 1 a 0! Vitória magra que enche a barriga! Foi grande, foi enorme, foi do tamanho do Beira-Rio o triunfo do Inter sobre o Estudiantes na noite desta quinta-feira, em Porto Alegre, na partida de ida pelas quartas de final da Taça Libertadores. Diante de um oponente muito forte, frente a frente com o talento de Verón, o time de Jorge Fossati levou a melhor. O gol saiu perto do fim do jogo, em cabeceio de Sorondo, para enlouquecer as mais de 40 mil pessoas que foram até o lar vermelho ver o jogão contra o atual campeão da América.

O resultado oferece conforto, mesmo que mínimo, para o jogo da volta, quinta-feira que vem, às 19h45m (de Brasília), no Estádio do Quilmes. O gol aos 42 minutos do segundo tempo dá ao Inter o direito de empatar na Argentina e até de perder por um gol, a partir do 2 a 1. Vale vaga nas semifinais da Libertadores.

terça-feira, 11 de maio de 2010

O bom filho a casa retorna


O Inter anunciou nesta segunda-feira, através do seu site oficial, a contratação do meia Tinga, 32 anos. O jogador chega para reforçar o time na Taça Libertadores da América e no Campeonato Brasileiro.

Paulo César Tinga estava há três temporadas no Borussia Dortmund, da Alemanha. Na Europa, atuou em 154 partidas e marcou 31 gols. Além do Inter, o meia tinha propostas do Fluminense e do futebol árabe.

Repatriação de um colorado nato

Paulo César Fonseca do Nascimento, o Tinga, 32 anos, começou a carreira no Grêmio, mas foi no Inter que viveu seus melhores momentos. O habilidoso volante chegou ao Beira-Rio em 2005 após passagens pelo Kawasaki Frontale, do Japão, Botafogo e Sporting, de Portugal. Na época, na sua coletiva de apresentação, ele confessou: "Sou colorado de coração".

sábado, 8 de maio de 2010

VAMOS LOTAR O GIGANTE!

Sócio, ajude a lotar o Beira-Rio contra o Estudiantes


Sócio colorado das modalidades que têm lugar garantido:

Ajude a lotar o Beira-Rio comunicando se virá ou não ao jogo Inter x Estudiantes, na quinta-feira, dia 13 de maio, às 21h15min. Acesse o Sócio Presente - http://www.sociopresente.internacional.net.br/ - e comunique se vem ou não ao jogo, auxiliando desta forma o Clube na disponibilização de ingressos para o torcedor. Queremos um Beira-Rio lotado e empurrando o time para mais uma vitória na Libertadores. Participe!

> Acesse: http://www.sociopresente.internacional.net.br/ e diga 'Vou ao jogo' ou 'Não Vou ao jogo'.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

EL Cabezón


Amigos, preciso falar deste colorado, argentino e craque de futebol (ainda que instável): que estupenda jornada teve ontem o señor Andrés Nicolás D’Alessandro!
Além de chamar o jogo o tempo todo, chutou a gol, iniciou ataques rápidos, indicou jogadas pros companheiros, virou e acelerou o jogo várias vezes com perfeição, driblou, deu um chutaço na trave e… bem… tirou da cartola aquele passe magnifica e milimetricamente desconcertante por trás de 2 zagueiros, colocando Andrezinho na cara do gol. O resto da história vocês já conhecem: um golaço coletivo e o passo mais importante pra classificação, o primeiro gol.

Só um verdadeiro craque, no calor/pressão do tempo e da torcida, aos 41 nervosos minutos da primeira etapa, arrisca um passe daquele tipo (e dos que arriscam, raros são os que acertam…). Já no segundo tempo, numa hora igualmente crítica, deu um tapinha de pé esquerdo que colocou Eller na ponta, livre pra cruzar, enganando os marcadores e me fazendo lembrar dos bons tempos de Mário Sérgio, o vesgo, no Inter.

O time joga pra ele. Mas D’Alessandro também joga pro time.

Avante, D’Ale! Avante, Inter!



P.S.: ainda por cima o cara é o Sr. Grenal

Nunca duvidar, jamais desistir, jogar a toalha sob hipótese alguma. Derrubar um gigante centenário não é para qualquer um. O Inter acreditou, insistiu, guerreou e contou com uma torcida inflamada para bater o Banfield por 2 a 0 na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio, e avançar às quartas de final da Libertadores da América. O resultado foi fabricado sob medida para manter o Colorado vivo na competição, já que no duelo de ida, na Argentina, os gaúchos levaram 3 a 1.

Os gols colorados foram marcados pela dupla de ataque, que não balançava as redes rivais há quase um mês. Alecsandro abriu o placar no primeiro tempo. Walter garantiu a classificação na etapa final. Agora, a missão do Inter é ainda mais árdua. O oponente das quartas de final é o Estudiantes, atual campeão da Libertadores, derrotado pelo Colorado na decisão da Sul-Americana de 2008. O primeiro jogo é na semana que vem, no Beira-Rio.

A classificação garante a permanência do técnico Jorge Fossati em Porto Alegre. Ele será o responsável por comandar o Inter na estreia no Campeonato Brasileiro. É domingo, contra o Cruzeiro, no Gigante.



Pressão surte efeito: 1 a 0 no primeiro tempo!

Não entrou. Por algum motivo, a pancada de D’Alessandro não entrou no gol de Lucchetti aos 12 minutos do primeiro tempo. Por alguma razão obscura, sabe-se lá por que cargas d’água, a patada de D’Alessandro explodiu no travessão do Banfield. Maldade pura com uma torcida que sentia o relógio tiquetaqueando marteladas a cada segundo de jogo. Eram 12 minutos. Aquele gol valeria ouro.

Quanta pressão, quanta tensão, quanta expectativa voltada para um único campo de futebol. Dois gols valiam a vida para o Inter. Um deles tinha que sair no primeiro tempo – não por obrigação, mas como sinal de esperança. E o Colorado tentou. Tentou com Andrezinho, que bateu mal, por cima. Tentou com Walter, que cabeceou para fora. Tentou com Alecsandro, que não conseguiu concluir jogada dentro da área, pertinho do gol. Tentou, tentou e tentou. E conseguiu. De tanto tentar, conseguiu.




Walter faz um coração com as mãos para a torcida colorada Abençoado gol. Já sangrava a esperança vermelha quando saiu o gol. D’Alessandro, de frente para a zaga adversária, viu uma daquelas brechas que só ele vê. O passe foi para Andrezinho, que chegou na bola um pouco antes do goleiro, tempo mais do que suficiente para dar um toque lateral, preciso, na direção de Alecsandro. O centroavante concluiu para dentro do gol. A bola entrou junto com um grito coletivo. Os jogadores saíram correndo um para cada lado, eufóricos. A torcida urrou, em um misto de êxtase com confiança renovada. Era o gol do Inter. Era o sinal de que era possível virar!

E foi justo. Se o Inter não teve grande brilho técnico, pelo menos teve ambição. Se foi lento, foi também insistente. O Banfield ficou na dele, se defendendo, matando o tempo, saindo nos contra-ataques. Fernandes ameaçou aos 19, com chute colocado que quase encontrou o ângulo direito de Abbondanzieri. Alecsandro, aos 32, colocou a mão na bola dentro da área defensiva do Inter. O lance foi ignorado pela arbitragem.



Avante, Inter: 2 a 0 e vaga garantida!

Sandro avisou que o Banfield iria tremer diante da torcida do Inter. E quem tremeu foi o Beira-Rio. Literalmente. Tremeu no sentido de balançar, de sair do lugar, de parecer em vias de desmoronar. Os colorados saíram do chão e não voltaram mais enquanto teve jogo dentro do gramado do Gigante. E o Inter fez o segundo! E o Inter classificou!

Classificou, em grande parte, porque tem Andrés D’Alessandro e seus lampejos de gênio. Aos 12 minutos, o argentino pegou a bola pela esquerda e mandou Fabiano Eller passar por ele. Quando o zagueiro/lateral avançou, D’Ale fingiu que mandaria a bola na área. A zaga adversária ficou toda embananada. El Cabezón deu um toquezinho leve, de pé canhoto, na ponta esquerda. Eller dominou, deixou o olhar mirar a área e mandou o cruzamento. Walter, de cabeça, fuzilou Lucchetti. Gol do Inter!

O inferno é aqui, Banfield. E ele é vermelho. Os 2 a 0 garantiam a classificação ao Inter. A torcida, ciente disso, não deixou mais o time argentino jogar. O Beira-Rio virou uma enorme vaia para cima dos visitantes. Eles tramaram algumas jogadas, especialmente com o habilidoso James Rodríguez, e arriscaram chutes de longe, sempre para fora.



Durou uma eternidade até o jogo terminar. O Inter não tem a mesma manha dos argentinos para matar o tempo. Quando teve a bola, o Colorado buscou o terceiro gol. Walter recebeu livre, frente a frente com Lucchetti, e perdeu a chance. O jogo esteve sempre vivo. Os gaúchos jamais deixaram de correr riscos, mesmo com a expulsão de Rodríguez. Mas o sofrimento valeu a pena. O Inter está vivo, Fossati está empregado, a esperança continua. Jamais desistir!

quarta-feira, 5 de maio de 2010


Tu pega a tua camisa vermelha todo domingo, ou no meio de semana à noite. Pega teus amigos, a família, o ônibus, o carro, a bebida, o ingresso. Quando sente o cheiro da fumaça do churrasquinho de gato, tu entra no jogo. O cheiro se mistura com a grama, com a umidade do inverno – é noite de Copa, é dia de Copa. O ar fica diferente, o vermelho se ilumina, com os refletores, as camisetas, as bandeiras em vermelho e branco numa arquibancada que parece não ter começo nem fim. É noite de Copa. É o placar, o frio, o agasalho, a bebida que esquenta, o pulo que incentiva, vamos lá, é noite de Copa. O Inter vai entrar, faltam dez minutos. É a hora que o campo brilha nas chamas profundas do nosso paraíso. O paraíso da fumaça, da luz, do canto, do fogo. O paraíso pra nós, o inferno para quem nos enfrenta.

Quantas vezes não saímos de casa para uma noite de Copa pensando apenas no cheiro daquela fumaça? E em como aquele cheiro nos entorpecia, mais que qualquer droga, é um perfume de mulher amada, é um banho de mar, é a vitória, a vitória. Aquela sensação que nos enlouquece e faz cantar até a voz ficar rouca, chegar em casa suado, cansado, e esperar ansioso por mais uma noite dessas. É o Inter em campo, o suor deles é o nosso, a garra deles é a nossa, quando a bola corre, a gente sabe que pode sempre alcançar. Quando a voz acaba, a gente sabe que pode sempre cantar mais um verso. E dar mais um salto. E agitar mais uma bandeira. O que a gente precisa, agora, é desse algo a mais. Lembra como foi há quatro anos atrás, quando tudo parecia impossível? Pois é, a gente sabe que não é mais. Nada é impossível, nada é distante, todas as taças estão aí, a um museu de distância. É essa hora que temos que olhar pra nós pensando: o que perdemos? Nada. Não perdemos nada. Mudamos muito. Mas a sensação entorpecente da fumaça rubra e do cheiro da grama úmida e fria de uma noite de Copa a gente não perdeu. A gente lembra. E a gente quer de novo. E de novo, e de novo.

Quinta-feira o Internacional enfrenta o campeão argentino. É mais uma noite de Copa? Não. É a maior das noites de Copa. A noite que vem é sempre a maior.

E é por isso que nós não vamos medir as conseqüências. Vamos fazer de tudo para que todos sintam o mesmo que sentiram em 2006, 7, 8, e em outras tantas taças que conquistamos. A arquibancada não terá fim. A bebida não terá fim. As barras não terão fim. O suor, o frio, o pulo, a fumaça, a loucura, nada disso acabará. Serão 90 minutos, talvez mais. Para quem nos enfrentar, será um martírio eterno.

Por que a noite de Copa é o nosso paraíso e o seu inferno.

Todo sacrifício será pouco pela nossa nova Libertadores.

Até a vitória!!!!